Abra os braços e deixe jorrar sua criatividade.
Sinta, pense, planeje. Ouça os sons à sua volta, o ritmo
do seu coração.
Toque a cerâmica que toca, toque o barro para ele tocar. Contribua
para a melodia e enriqueça a cadência.
O som é espontâneo. Ele não saíu do conservatório,
ele sai da terra, crepita com o fogo, corre como a água e se
esvai no vento.
Toque com os outros, instrumentos de som de cerâmica.
O som da cerâmica é rico, calmante, sutil e terapêutico.
Venha fazer som com a gente.