Atelier
do Antigo Matadouro.
1. Exposição de objetos de som de Cidraes
Abertura da exposição Terça 1 de Julho 2008
Encerramento da exposição Domingo 3 de Agosto
2. Workshop 5 sentidos
Venha ao Atelier do Antigo Matadouro mexer no barro numa oficina relâmpago,
almoçar no Flor de Sal, apreciando a culinária do Chef
Deusdedith e fazer som terapêutico com os instrumentos de cerâmica
de Cidraes.
Quando? Todos os sábados e domingos de Julho 2008,
dias 5, 6, 12, 13, 19, 20, 26 e 27.
11 às 13 h Oficina de modelagem "Barro
Primordial"
13 às 14 30 h Almoço "sugestão do chefe"
no Restaurante Flor de Sal.
14 30 às 15 30 h Oficina de som terapêutico.
Custo total por pessoa 80,00 Reais
3. Alberto Cidraes expõe "Cabeças" no Hotel
Fazenda São Francisco
Abertura da exposição Terça 1 de Julho 2008
Palestra Sábado 12 de Julho 18 h: "História em imagens
do trabalho de Cidraes"
Encerramento da exposição Domingo 3 de Agosto
A cabeça humana num contexto de fantasia levemente surrealista,
tem sido o tema mais presente no trabalho de Cidraes, mesmo antes de
em 1972, pôr pela primeira vez a mão no barro.
4. No mês de Julho os clientes do Restaurante Flor de Sal têm
a opção de compra de uma ou mais peças de Cidraes
com desconto de 50% no preço de catálogo.
Atelier do Antigo Matadouro Alto do Cajuru tel (012) 31111628 email
albertocidraes@yahoo.com.br site http://cidraes.com
Restaurante Flor de Sal tel (012) 31113155
Hotel Fazenda São Francisco Rodovia Guaratinguetá-Cunha,
km 26,5 tel (012) 3119 6135
O Atelier do Antigo Matadouro segura as tradições do atelier-mãe
do Grupo do Matadouro de Cunha, uma cerâmica rude e simples no
processo, alta na temperatura e rebelde na criatividade. Cidraes define
seu trabalho como "surrealismo antropológico". Inspirado
por raízes de cunho histórico da história do podia
ter acontecido, cria um mundo paralelo de objetos, têcnicamente
minimalistas mas povoando um espaço de fantasia que acontece
no reino do abstrato. O som faz parte fundamental desse mundo, um som
que não é deste mundo mas chama, atrai, capta e corporiza
outros mundos que passeiam pelo vento.
O experimentalismo casual qualifica a produção do atelier.
A cabeça humana é materializada ao sabor da mão
não se sabendo de que percepção cultural ela se
origina. Os instrumentos de som, quasi todos de percussão acontecem
também espontâneamente sem complicadas concessões
à música académica.
O barro vem da terra, de perto, pode-se dizer de onde calha. Os utilitários,
que não o são necessáriamente, podem ser apreciados
no contexto do Restaurante Flor de Sal, servindo de suporte ás
criações gastronómicas do Chef Deusdedith, como
uma flor que desabrocha para a degustação.
Cidraes procura desenvolver a tendência natural da cerâmica
à atemporalidade, à indefinição cronológica.
Antigo ou moderno são conceitos que se fundem no trabalho de
Cidraes como se fundem as rochas, cinzas e óxidos num esmalte
cerámico.
As peças, que podem ser adquiridas no local, são queimadas
a lenha no Noborigama reconstruído com os tijolos do demolido
forno original do Matadouro. A queima é geralmente monoqueima:
as peças são queimadas apenas uma vez a 1300 graus de
temperatura.
O atelier pode ser visitado todos os dias das 10 às 18 horas.
Está aberto para a realização de oficinas, workshops
e estágios com duração que vai desde algumas horas
a vários dias. Estes podem ser pré-programados ou a combinar
com os interessados.
O espaço do atelier, amplamente arborizado e de arquitetura naturalista
da autoria de Cidraes, representa um agradável contraponto ao
stress da vida moderna nas grandes cidades. Em Cunha não deixe
de visitar.
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